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Parque das Aves – Foz do Iguaçu

by flamingo 30 de junho de 2026
written by flamingo

Foz do Iguaçu é famosa pela exuberante natureza. É lá que está um dos patrimônios naturais da humanidade: As Cataratas. Além dessa famosa atração, os amantes da vida selvagem não podem deixar de visitar o parque das Aves, que fica ao lado do Parque Nacional.

Foi o que fiz  no dia 21 de maio. Era o último dia que passava em Foz e não podia perder a oportunidade de visitar esse lugar fantástico. Já na entrada, era possível imaginar o que se encontraria no interior do ambiente. Quando visito lugares onde os animais são enclausurados em gaiolas, penso na tristeza daqueles seres que estão restritos a viverem em um ambiente que mal é possível o movimento e assim pensei que ia encontrar a mesma coisa. Mas qual foi minha surpreza quando percebi que quem iria entrar nas gaiolas era eu!!!  Imaginem que as aves estão alojadas em vários viveiros com tamanho igual àqueles galpões pré-moldados que vemos nas grandes cidades. E eles são muito bem tratados nesse ambiente que permite que voem e convivam com muitos de sua espécie e de espécies diferentes. Pasmem, o casal harpias possuem um desses ambientes somente pra elas!

Realmente é possível perceber que as espécies que lá vivem são felizes mesmo em cativeiro, uma vez que os viveiros estão perfeitamente intregados com a floresta; não fosse a tela metálica que as separam da floresta seria possível dizer que elas estão soltas. Lá, fiquei sabendo que muitas espécies ameaçadas de extinção encontram um ambiente tranquilo para se reproduzirem e é possível até mesmo ver imagens dos ninhos, pois os biólogos monitoram a reprodução com câmeras de vídeo. Sendo um amante desses seres alados, poder alimentar tucanos na mão é algo que não é possível descrever com palavras!  Poucas vezes algum lugar me emocionou tanto quanto esse. Então, recomendo a todos que quando vierem ao Paraná e visitarem Foz do Iguaçú, reservem um tempo para apreciar o maior beleza que o colorido da natureza nos deu!

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Final de semana de 1º de Maio

by flamingo 30 de junho de 2026
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Neste final de semana resolvemos ir para o outro lado do Parque Iguaçu, no sábado dei uma passada neste local e observei dois gaviões e logo cedo no domingo fomos conferir se eles dormiam nos eucalíptos, tinha uma neblina muito forte.

Nada de gavioes!!!

Tiramos uma nova foto do bico-de-lacre, eles faziam uma núvem quando voavam, bande de uns 100, quando pousavam, comiam as sementes dos capins altos.

O Parque neste local está abandonado.

Final da tarde fomos no Parque Tingui ver uma construção de uma Igreja Ucraniana, e logo avistamos uma garcinha-branca, imaginavamos que seria mais fácil no Parque Iguaçu mas, lá estava ela esperando nosso registro. O Luciano rapidinho tirou uma foto dela.

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Final de semana 25/Abril

by flamingo 30 de junho de 2026
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Logo cedo acordamos e com a chuvarada que aconteceu na semana imaginamos que nao daria nada, para nossa surpresa logo na chegada do Parque fomos recebidos por Um bando de Carcarás e Abutres brigando por comida.
Na descida do carro o nosso conhecido bando de Cardeais já estavam a nossa espera, desta vez em um local diferente, logo na entrada do parque, é a primeira vez que isso acontece, normalmente eles ficam proximos a horta da administração da guarda municipal.

Descobrimos também que as aves que normalmente ficam perto do rio Iguaçu estavam no alagado, isso também não é normal pois o rio estava cheio e não tinha como eles se alimentarem, acho que o alagado que se formou sobre o gramado estava cheio de bichinhos.

Foi uma festa, avistamos a maria-faceira tranquila andando no alagado, bem-te-vis tomando banho, sabiás, bandos de graúnas que pintavam o céu de preto, “os chatinhos” quero-queros, os maçaricos-pernilongos, maçaricos-de-colete, jaçanãs que ainda não sabiamos que o imaturo era um marrom claro e até pensamos que era uma nova espécie, galinhas-d’aguas, todas juntas no mesmo lugar.

Ainda na meia volta do lago avistamos também um bando de Biguás, nossa máquina ainda não é muito boa para tirarmos fotos de loge, estes ficarão para outro dia!!

Na chegada da horta da guarda, uma barulheira dos periquetos-maracanãs, estes estão sempre por lá brigando com os beija-flores.

Demos uma volta no lago e no caminho avistamos Um pica-pau que numa árvore picava solitário, anus-brancos e pretos, melhoramos nossas fotos dos brancos, eles ficam muito perto de vc!!!

Registramos ainda os bico-de-lacre , a foto ficou longe mas eles sempre estão por lá, basta dar uma volta, mais tarde melhoramos esta foto também.

já era quase meio dia e na saída  duas sabiás-do-campo passeavam pela nossa frente, o Luciano rapidinho registrou, é a primeira vez que vemos esta espécie.

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Salvando Jaçanã Preso em linha de Raia.

by flamingo 30 de junho de 2026
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No Sábado, dia 27 de março, Eu e o Luciano saimos para observar Aves no Parque Iguaçu.

Observamos que um Jaçanã estava enrolado em uma linha de Raia, continuamos nossa observação e resolvemos que no Domingo voltariamos para o resgate da Ave.

No Domingo levamos nossas armas de resgate e com tentativas frustradas resolvemos pedir ajuda para os guardas do parque que prontamente nos ajudaram no resgate.

Iniciamos muito bem este blog, salvando o Jaçanã que certamente morreria de cansaço ou seria presa de outro animal.

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Notícias

Aves nos Graffitis

by flamingo 30 de junho de 2026
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Neste mês de abril, Curitiba sediou o 6° Street of Styles – Encontro Internacional de Graffiti, que reuniu 250 artistas de 25 países e 21 estados. Desde os primórdios da civilização, o ser humano desenha e pinta sobre paredes os temas da arte de seu cotidiano. Os artistas pré-históricos deixaram estampadas nas cavernas, as imagens da fauna que o cercava. Imagens de pássaros ornavam a pedra e até hoje nos admiramos com suas cores e formas. Adorados por muitas religiões, as aves tiveram destaques nos murais pintados e esculpidos pelos egípcios antigos, que davam aos seres alados a categoria de deuses. Hoje, o homem moderno observa as lindas cores das plumagens e as transfere na forma de arte sobre as paredes dos prédios, fazendo com que o colorido transforme em dias menos cinzentos as construções que os envolvem.

Muitos dos artistas deste encontro, retrataram pássaros em suas obras, as quais aqui deixo como homenagem à todos os participantes deste evento.

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NotíciasFilatelia

Os sabiás da primavera

by flamingo 30 de junho de 2026
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Agosto chegou ao fim e com ele a estação fria. Prova disso é o canto do pássaro mais melodioso que anuncia a primavera. Nesses últimos dias sou acordado em plena madrugada com o canto de um sabiá, já meu velho conhecido, que com seus acordes chama sua companheira para formarem um lindo casal. Em anos anteriores eles já nidificaram em uma árvore próxima a casa, nos brindando com três filhotes. Para muitas pessoas, o cantar da ave em plena 4 da manhã é um incômodo, mas para um apreciador de aves, seu canto é melódico e de forma alguma incomoda.

Essa ave que ocorre em praticamente todo o território nacional, ornamenta com sua plumagem marrom e peito alaranjado, nossas cidades e também as regiões interioranas. Talvez por ser tão cosmopolita, foi escolhida como a ave símbolo do estado de São Paulo e do Brasil. Observada em todos os períodos do ano, é, porém, nessa época do ano em que se torna mais ativa, pois em cerca de 15 a 20 dias ele procura ativamente uma parceira para acasalar e passa até fim de outubro cuidando dos filhotes, afinal, vida de pai de filhote não é fácil!

Essa ave nacional faz também parte das lendas do folclore, na qual os sabiás foram criados por uma deusa que transformou um rouxinol em uma ave que canta na madrugada. Quem sabe está aí nossa resposta do porque somos acordados com o canto do nosso brasileiro sabiá. O fato é que poucas aves são tão cantadas por nossos poetas e músicos. Quem não lembra do poema de Gonçalvez Dias: Canção do Exílio, que inicia falando da maravilha da flora e fauna do Brasil – Minha terra tem palmeiras, onde canta o sabiá… ou a música famosa de Jair Rodrigues: “… em minha volta sinfonia de pardais, cantando para majestade o sabiá.” Mais recentemente foi retratado na logotipo para a copa das confederações de 2013 de futebol, dois símbolos da nação brasileira reunidos.

Assim, quando ouvir o sabiá cantar em plena madrugada, leve em conta que seu canto serviu de inspiração para elevar o espírito humano através da arte, cultura e esporte.

 

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Notícias

Boa notícia, redescobrimento de aves supostamente extintas.

by flamingo 30 de junho de 2026
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Em um artigo recente publicado pela prestigiada revista científica “PLos One” relatou sobre redescoberta de aves que se presumia extintas na natureza. Foram catalogadas 144 espécies, principalmente pertencentes a países tropicais e subtropicais da América do Sul, da África, de Madagáscar, da Índia e da Nova Guiné. Vejamos dois exemplos:

O primeiro, vem aqui do Brasil, onde depois de 75 anos o ornitólogo Rafael Bessa em uma saída de campo, enquanto buscava um caminho alternativo para o seu ponto de amostragem, se deparou com o que seria a maior redescoberta da década: a rolinha-do-planalto (Columbina cyanopis).
Espécie que foi descoberta em 1823 e vista pela última vez 1941, A destruição acelerada do Cerrado brasileiro é a principal ameaça à existência desta espécie rara que foi reencontrada no Cerrado de Minas Gerais.
A notícia foi anunciada no dia 21 de maio durante o festival de observadores de aves – AVISTAR 2016 em São Paulo. Espécie endêmica do Brasil, a rolinha-do-planalto se destaca pelos olhos azuis claros e manchas azuis escuras nas asas, que se sobressaem da plumagem predominantemente castanho-avermelhada.

A outra vem do outro lado do mundo, uma espécie que estava na lista de aves extintas no Nepal foi encontrada recentemente na região montanhosa do distrito de Chitwan. O pássaro “liocichla de cara vermelha” cujo nome científico é “Liocichla phoenicea” da família leiothrichidae se presumia extinta no Nepal. Uma equipe conjunta da Bird Education Society e da União Ornitológica Nepalesa encontrou o pássaro no distrito de Chisapanitar, Dahakhani VDC.
Estudos ornitológicos feitos desde 1838 foram incapazes de encontrar qualquer Liocichla phoenicea no Nepal, disse o ex-presidente da Bird Education Society, Basu Bidari.
O Liocichla liocichla de cara vermelha e oito outras espécies de aves foram listadas entre as aves extintas do Nepal em projetos de investigação desde 1970.
Esta ave mede cerca de 23 centímetros de comprimento. As asas vermelhas, pescoço e parte ventral da cauda dominam o corpo de cor castanha. O macho e a fêmea Liocichla se assemelham. A ave é encontrada nas florestas tropicais de Bangladesh, Butão, China, Índia e Myanmar.

Isso poderia ser um aceno de esperança para as espécies reavistadas, uma vez que sua extinção não ocorreu de fato, porém dada a raridade das observações, elas ainda se encontram em risco iminente de se extinguirem de vez devido à perda de habitat. Só para as aves, estima-se que 86% das espécies re-descobertas estão altamente ameaçados devido à distribuição restrita e populações pequenas.

Para os autores, o Brasil foi um dos países com mais redescobertas, o que já era esperado, dada a grande biodiversidade existente no país, porém há que se pensar em como queremos manter as populações em seus habitats, permitindo sua reprodução e conservação. Um grande desafio!

Liocichla-de-cara-vermelha - Liocichla phoenicea | Foto: birdforum.net

Liocichla-de-cara-vermelha – Liocichla phoenicea | Foto: birdforum.net

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Notícias

Redescoberta ave extinta

by flamingo 30 de junho de 2026
written by flamingo

As espécies estão atualmente se extinguindo a uma taxa alarmante. Alguns cientistas têm alertado que estamos à beira da sexta extinção em massa na história do nosso planeta. Muitas vezes parece que a maioria das notícias sobre conservação divulgadas na mídia possuiu um caráter  repetitivo. Porém, boas notícias sempre são acatadas com alegria, como é o caso de uma espécie de ave foi flagrada em Myanmar que não havia sido avistada desde 1941, e foi dada como presumidamente extinta. A re-descoberta da espécie foi descrita na revista BirdingASIA. A Chrysomma altirostre, mais conhecido como babbler de Jerdon, costumava ser comum nos campos de Mianmar. Este habitat foi drasticamente transformado com a invasão humana pela construção de habitações e a implantação de áreas agrícolas, fazendo com que esta espécie desaparecesse das vistas por mais de meio século.

“A degradação destes vastas pradarias levou muitos estudiosos a considerar esta subespécie de Babbler de Jerdon, extinta. Colin Poole da Sociedade de Conservação Mundial em Singapura disse em um comunicado de imprensa. “Esta descoberta não só prova que a espécie ainda existe em Myanmar, mas que o habitat ainda pode ser encontrado também”. Um trabalho futuro é necessário para identificar bolsões remanescentes de pastagem natural e desenvolver sistemas para que as comunidades locais possam se beneficiar com a conservação da espécie.

O pequeno pássaro marrom foi redescoberto maio 2014 quando um grupo de cientistas na região reconheceu sua vocalização. A equipe foi capaz de verificar a identidade do pássaro através de gravações da chamada, amostras de sangue e fotografias. As informações coletadas durante este tempo foi comparado com as populações existentes de outras espécies estreitamente relacionadas. Não se sabe se esta ave é, na verdade, uma subespécie, ou suas próprias espécies distintas. Testes futuros vão nortear a distinção final.

“Nossos registros sonoros indicam que pode haver pronunciadas diferenças bioacústica entre as subespécies de Myanmar e aqueles mais a oeste, e os dados genéticos podem assim confirmar a distinção da população em Myanmar”, explicou o autor Frank Rheindt da Universidade Nacional de Singapura.

Os pesquisadores esperam resolver a verdadeira posição filogenética da ave e aumentar o conjunto de conhecimentos para todas as aves da região que estão enfrentando o declínio dos níveis de biodiversidade da avifauna devido à extensa destruição do habitat.

Fonte: IFL Science 

crédito da foto: Robert Tizard / WCS

crédito da foto: Robert Tizard / WCS

Veja onde fica Myanmar

 

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Notícias

Filhotes de ararinhas-azuis são os primeiros gerados no País nos últimos 14 nos

by flamingo 30 de junho de 2026
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Nascem os primeiros dois filhotes das ararinhas-azuis, fruto de um esforço de instituições do Brasil, da Alemanha e do Catar.

Extinta da natureza eram encontradas apenas na Caatinga, em Curaçá. Além dos predadores naturais como gaviões e a captura para o tráfico causaram seu desaparecimento na natureza.

Os bebês feiosos não lembram nada a ararinha Blu, famosa personagem do filme Rio. Nasceram com 15 gramas, mas com pouco menos de dois meses já haviam ganhado corpo e penas azuis que as tornaram tão valiosas no mercado paralelo – cada uma chega a valer $100mil ( cerca de R$ 325,4 mil).

Existem 90 ararinhas em cativeiro – 70 delas no Catar, 09 na Alemanha e 11 no NEST, criadouro científico no interior de São Paulo, cujo endereço não é divulgado para evitar que atraia caçadores e traficantes de aves.

O projeto Ararinha na natureza prevê que os animais sejam reintroduzidos em Curaçá em 2021. Para isso, é preciso ter pelo menos 20 aves com 1 ano. Até esta meta ser atingida, será feito um trabalho de conscientização com a população de Curaçá e criada uma Unidade de Conservação na região onde as ararinhas serão soltas.

FONTE: Estadão

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Notícias

Nova espécie de pássaro é descoberta e já está ameaçada de extinção

by flamingo 30 de junho de 2026
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Cientistas reconheceram oficialmente no último mês uma nova espécie de ave descoberta na faixa da Mata Atlântica no litoral da Bahia. O tapaculo-preto-baiano (Scytalopus gonzagai), mede 12 centímetros e pesa cerca de 15 gramas. Mal foi descoberto, porém, os pesquisadores anunciaram que ele já está ameaçado de extinção.

Segundo pesquisadores, a estimativa é de que haja menos de 3.000 espécimes nessa porção da Mata Atlântica — número considerado baixo para aves –, por isso o tapaculo-preto-baiano já entrou na lista de animais em risco de extinção.

A descoberta foi reconhecida em agosto, sendo publicada na revista The Auk, periódico científico da American Ornithologists’ Union (União dos Ornitólogos Americanos), voltado para estudos e pesquisas de aves.

O passarinho passou muito tempo despercebido pelos ornitólogos que estudam a Mata Atlântica. Foi visto pela primeira vez em 1993, quando uma expedição com pesquisadores da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) realizou a primeira coleta de exemplares e gravações do canto da espécie. Na época, os cientistas acreditavam se tratar de um macuquinho-preto comum (espécie do sul e sudeste do Brasil), por ter características semelhantes.

Apenas em 2004 foram iniciados os estudos direcionados a descobrir se seria uma nova espécie. O passarinho se difere do macuquinho-preto comum, entre outras características, pelo ritmo de canto mais forte e com diferentes vocalizações.

Foto: Ciro Albano

Fonte: UOL

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